Projeto ECOMARPORT

O Projeto ECOMARPORT (Transferência de tecnologia e ECO-inovação) para a gestão ambiental e MARinha em áreas PORTuárias da Macaronésia visa promover a I+D+i Marinho-Marítima das regiões Macaronésia europeias e africanas, implementando uma rede operacional de observação ambiental e marinha em termos de qualidade da água e do ar nos portos (verdes na Macaronésia), através do desenvolvimento e utilização de tecnologias avançadas, sustentáveis, geração de produtos e ferramentas de valor para todos os seus usuários, tudo através de transferência de tecnologia adequada e eficiente e a cooperação entre os setores público e privado no domínio da ciência e tecnologia marinho-marítimas, promovendo oportunidades de negócio no contexto do Crescimento da Azul. ECOMARPORT é um projeto de cooperação transfronteiriça enquadrado na chamada para propostas INTERREG-MAC 2014-2020 e diretamente em linha com a estratégia de promover a investigação, o desenvolvimento tecnológico e a inovação, sendo estes os seus objetivos, para promover o investimento das empresas em inovação, o desenvolvimento de ligações e sinergias entre empresas, centros de I+D e centros de ensino superior, com especial ênfase no desenvolvimento de produtos e serviços, a transferência de tecnologia, a inovação aberta através de uma especialização inteligente, apoiar a investigação de natureza tecnológica aplicada, linhas piloto e ações de validação dos produtos, a as capacidades de fabricação avançada e primeira produção em tecnologias chaves e a difusão de tecnologias multiúsos.

 

Para mais informações clicar no link em baixo.

http://www.ecomarport.eu

 

Ecomarport

 

As pernoitas de uma e duas noites aumentaram no Porto do Funchal. No ano passado, tivemos 60 escalas de cruzeiros, em estadias de uma noite e 14 em duas noites. Neste último caso, destaca-se a Companhia TUI Cruises.

Mais de 90% destas pernoitas são de navios da rota Madeira-Canárias, os outros são navios do norte da Europa que vão a Canárias e regressam. Há poucos ou quase nenhuns navios em escala transatlântica. Os poucos que existem têm a ver com questões de mau tempo.

Este aumento das pernoitas traz um outro quadro à situação. Se os navios ficam aqui mais uma ou duas noites, significa mais movimento e ocupação de cais, embora continue a contar só como uma escala.

Se compararmos com o que se passa com o turismo tradicional em que as contagens são feitas por cama e por noite, significa que por exemplo, aplicando o mesmo modelo, o “Mein Schiff 1” que fica aqui 2 noites, de 15 em 15 dias, contaria como duas escalas e duplicaria o número de passageiros.

A Administração dos Portos da Madeira abriu concurso público para atribuição de licença precária de ocupação e utilização de espaços, destinados à venda de street food na Praça do Povo.

Programa de concurso aqui

Identificação da Operação

 

 

Código da Operação

M1420-05-2114-FEDER -000014

Designação da Operação                               

Requalificação e Reabilitaçãdo Cais da Ponta do Sol

Eixo Prioritário

Proteger o ambiente e promover a eficiência de recursos

Prioridade de Investimento                     

6c - A conservação, proteção, promoção e o desenvolvimento do Património natural e cultural

Tipologia de Intervenção

Património natural e cultural

Ação

Reabilitação, novas infraestruturas e ações de promoção de bens histórico-culturais e áreas naturais

 

 

Descrição e Calendário da Operação

 

Data de Inicio          

12-10-2017     Data de Conclusão                                                           31-12-2019

Descrição da Operação  

A reabilitação do cais, poderá ser descrita de forma sumária em  três  fases:  A  primeira  fase  será  a  elaboração  de  um  Projeto Técnico, cujo objetivo passa  pela  reabilitação  do  cais  de  forma  a  garantir  a  segurança  dos  utilizadores ,  e  devolver á estrutura  a  sua  configuração,  textura  e  cor  originais.  No  Projeto  Técnico  serão  apresentadas  todas  as patologias  existentes  no  cais.bem  como  as  respetivas  soluções  e   metodologias   de   construção   adequadas   para   realizar as  intervenções  de  reabilitação.  De  salientar  que  as  metodologias  de  construção  e  materiais  utilizados  não poderão descaracterizar o cais. A segunda fase passa pela  execução  da  empreitada  para  a  realização  de  todos  os  trabalhos descritos e prescritos no Projeto Técnico. A terceira fase, concomitante com a segunda fase, diz  respeito  á  fiscalização dos trabalhos da referida empreitada de reabilitação do cais da Ponta do Sol.

Objetivos da Operação

Com  a  reabilitação  do  cais  da  Ponta  do  Sol  pretende-se  conservar  o   seu   rico   património   cultural,   tendo   sempre   presentes  dois  grandes  objetivos:  -  manter  a  caracterização  do  Cais  do  século  XIX,  e  garantir  a   segurança   aos   seus utentes.  São  imprescindíveis  alguns  trabalhos  de  manutenção  corrente  e  de  reparação  ao  nível  dos  pavimentos  e   dos degraus,   dos   revestimentos   de   paredes   (e   de   tetos,   na   cave)   e   de  guardas,  capeamento  e   pinturas,   sendo   essencial  a  reposição  dos  blocos   dos   tímpanos   da   ponte   de   arco   em  pedra   argamassada,   incluindo  a   substitui ção   dos   bueiros de   drenagem   do  respetivo   pavimento   por   gárgula   em   pedra   de   modo   a   se   integrar   no   conjunto.   A   sua   reabilitação permitirá  a  total  fruição  do  Cais  sendo  uma  mais-valia  para   o  património   cultural  da   Madeira,   otimizando   a   exploração   dos recursos turísticos e culturais.

   

Montantes  da Operação

1 - Custo Total do Investimento

990.000,00

 

2 - Investimento Não Elegível

0,00

 

3 - Investimento Elegíve l Não Comparticipado

0,00

 

4 - Investimento Elegível

990.000,00

 
     

Operaçao Geradora de Receitas

   

5 - Custo Total do Investimento Atualizado

Compartici pa ção FEDE R

841 . 500,00

6 - Receitas Liqui das Atualizadas

Taxa de cofinanciamento

85,00   %

7 - Despesas Elegíveis (5-6)

Despesa Pública

990.000,00

8- Taxa de Défice de Financiamento (%) (7/5)

Privado

0,00

9- Montante Máximo Elegível (.4 8)

Contrapartida Pública Nacional                             

148.500,00

10 - Investimento Elegível Não Comparticipado (10+3)                          

Taxa Contrapartida Nacional

15,00    %

     

Para operações com Contrapartida Pública/OE/OR

   

Código

Designaçao

 

51800

Cais da Ponta do Sol

 

 

José Batista tinha acabado o 11.º ano, preparava-se para continuar a estudar, mas um convite nas férias de verão de 1979, mudou o que tinha planeado. Foi convidado para ser fiscal na obra de construção do Porto do Porto Santo, aceitou e até hoje não está “nada arrependido.” Passado algum tempo, passou para agente de exploração, função que desempenha até hoje.

Lembra-se que naquela altura, também havia algumas polémicas, por exemplo, “havia quem achasse que o porto não devia ser feito ali.”

Também se recorda dos temporais de fevereiro de 1982 que rebentaram com “quase 200 metros da estrutura já feita”.

Mas, a construção do porto foi das maiores obras feitas no Porto Santo e “criou muito emprego.” Tal como noutras obras feitas na Madeira, “foi preciso recorrer a muito pessoal do continente.”

Depois, vieram as mudanças, em 1991, quando foi adotado o regime de licenciamento e a empresa Operações Portuárias da Madeira, OPM iniciou a sua atividade no negócio da carga/descarga nos portos da região. “Tínhamos máquinas, manobradores… De um momento para o outro, parece que tudo se esvaziou.”

Tal como Clemente Vital, José Batista fala com muito carinho da Marina do Porto Santo e explica porquê: “É uma das vertentes da economia do mar e que deixa dinheiro no Porto Santo. O iatismo dura o ano inteiro. Quando vêm de Gibraltar, 95% dos iates param na primeira marina que encontram que é a nossa.”

Na década de 90, há também o registo do primeiro turn around: um avião veio da Alemanha, com passageiros para um navio de cruzeiros, “penso que foi o Astor”. Desembarcaram os turistas que até ali tinham feito viagem e embarcaram os que chegaram no avião.

José Batista tem quase 39 anos de trabalho no Porto do Porto Santo. Uma vida que continua a motivá-lo. Neste momento, está a catalogar muitas das fotografias que tirou ou que lhe deram de momentos importantes daquele porto.

FaLang translation system by Faboba