A Administração dos Portos da Madeira, APRAM, S.A. vai alugar equipamentos de RX para o primeiro turnaround total, com movimentos médios de 1000 a 1500 passageiros, a acontecer nos dias 4, 5 e 6 de dezembro próximo, com o “Mein Schiff Herz”.

A escolha da locação, no novo serviço a prestar pelo Porto do Funchal no âmbito do turnaround, obrigou à alteração do contrato programa com o Governo Regional que definia a compra do equipamento.

Entre novembro de 2019 e abril de 2020, o navio vai fazer 13 escalas no Porto do Funchal, seis delas em turnaround que acontecerão mais ou menos, de três em três semanas.

Esta operação que implica um trabalho de estrita colaboração com o aeroporto, é um novo desafio para o Porto do Funchal que até agora, tinha a experiência com movimentos até 500 passageiros, em turnaround total ou parcial.

A Intercruises é quem vai gerir os check-ins. Vão ser movimentadas um total de três mil bagagens no embarque e desembarque, o que tornou necessário um novo procedimento para a compra de outros equipamentos necessários à operação e a contratação pontual de pessoas, através de uma bolsa de horas, que vai permitir, nos dias de mais trabalho, reforçar as equipas da APRAM.

Já decorreram reuniões com entidades da comunidade portuária como o SEF, Alfandega, Polícia Marítima, responsáveis da parte operacional do Porto do Funchal e o próprio agente do navio, a JFM, de modo a acertar todos os pormenores que assegurem uma operação eficiente. Este mês, na feira de Hamburgo, houve reuniões no mesmo sentido, com a Intercruises.

O navio que atracará preferencialmente no cais 3, ficará na Madeira 48 horas, devendo chegar às quartas feiras, às 14h00, e sair às sextas, à mesma hora, precisamente nos dias em que há menos navios no Porto do Funchal.

Às quintas feiras há os voos diretos do mercado alemão, mas a TUI afirma que alguns passageiros poderão chegar individualmente, ficando na Madeira uns dias, antes do embarque ou após o desembarque.

A rota engloba, além da Madeira, as ilhas Canárias e alternadamente, os Açores e o norte de África..

O “Mein Schiff Herz”, antigo “Mein Schiff 2”, é um navio que nunca chegou a ser vendido pela companhia, talvez porque os passageiros falassem dele com afeto, de tal forma, que lhe retiraram o 2 e acrescentaram “Herz” que quer dizer coração.

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