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Movimento de mercadorias cresceu em 2017 na Madeira

2018-03-27

Os portos da Madeira, em 2017, movimentaram  1 135 519 toneladas de carga, o que traduz um aumento de 4%, em comparação com o ano anterior.

A carga contentorizada ascendeu às 638.179 toneladas, representando 56% do total da carga e registando uma subida de 4%, face ao ano anterior.

De salientar também a subida dos graneis líquidos em 6%, passando de 306.009 toneladas em 2016 para 326.289 em 2017, enquanto os granéis sólidos regrediram 3%.

No entanto, há a registar um aumento substancial no movimento de graneis sólidos na ilha de Porto Santo, de 512 toneladas, em 2016 para 1720, em 2017.

No movimento geral de carga pelos portos da Madeira, o Porto do Caniçal, o porto de mercadorias da região, recebeu 1 055 642 toneladas, seguido dos Socorridos com 55 722, do Porto Santo com 21 880 e do Funchal com 2 275.

No ano de 2017, houve 1315 escalas de navios de passageiros e carga, mais 45 que no ano de 2016, o que representa um aumento de 3%.

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Porto do Funchal: Dois primeiros meses de 2018 fantásticos

2018-03-27

O Porto do Funchal cresceu em todas as variantes nos meses de janeiro e fevereiro, tendo registado neste último mês, um aumento percentual de passageiros na ordem dos 30% e mais de 14% em escalas, em comparação com mês homologo de 2017.

Em fevereiro, houve 24 escalas, mais 3 que no ano passado, e um movimento de 53 984 passageiros, mais 12 399 cruzeiristas. O número de tripulantes ascendeu aos 18033.

Neste mês registou-se também um aumento no número de embarcados, 65 e nos desembarcados 85, em comparação com fevereiro do ano anterior que foi de 24 e 53, respetivamente.

No passado mês de janeiro houve 32 escalas, mais 3,23%  e 53782 passageiros, mais 18% que no primeiro mês de 2017.

O número de embarcados foi de 173, (94) e o de desembarcados de 164, (100 em janeiro do ano anterior).

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Governo Regional desbloqueia greve nos Portos da Madeira

2018-03-25

A APRAM foi a única empresa do país que fechou as negociações com o Sindicato dos Trabalhadores das Administrações Portuárias, aprovando na generalidade o Acordo de Empresa, garantindo assim, o cancelamento da greve de uma semana para os Portos da Madeira e assegurando a normalidade da operação, quer dos navios de cruzeiro, quer dos navios de carga.

Também ficou garantida a operação dos navios da linha da Madeira nos portos portugueses na próxima semana, numa altura em que a região ainda está a recuperar o transporte de carga, devido ao mau tempo deste inverno, e num período de maior movimento de mercadorias e passageiros como a Páscoa.

As negociações foram fechadas no final da tarde desta última sexta feira e envolveram a APRAM, o Sindicato e a Vice Presidência do Governo Regional que tutela a Administração dos Portos da Madeira, tendo o próprio Vice-Presidente, Pedro Calado, se empenhado pessoalmente no desbloqueio da situação e na paz social deste sector, no sentido de garantir a normalidade das operações portuárias de e para a Madeira. O esforço do Governo Regional, único acionista da APRAM, é também a prova do compromisso existente com a população e com o desenvolvimento económico e social da Região Autónoma da Madeira.

O Sindicato decretou uma greve a partir das 00h00 da próxima segunda feira até ao dia 30, com mais dois dias, 31 de março e um de abril, de greve às horas extraordinárias. O objetivo é paralisar as operações portuárias em todos os portos do país, incluindo a Região Autónoma dos Açores.

Nesta segunda feira, são esperados, no Porto do Funchal, três navios de cruzeiro, os habituais “AIDAprima” e “Marella Dream” a que se junta o “Magellan”. E no Caniçal vai decorrer normalmente a operação com os três navios de carga, “Insular”, “Funchalense 5” e “Monte da Guia”.

 A APRAM foi a única empresa do país que fechou as negociações com o Sindicato dos Trabalhadores das Administrações Portuárias, aprovando na generalidade o Acordo de Empresa, garantindo assim, o cancelamento da greve de uma semana para os Portos da Madeira e assegurando a normalidade da operação, quer dos navios de cruzeiro, quer dos navios de carga.

Também ficou garantida a operação dos navios da linha da Madeira nos portos portugueses na próxima semana, numa altura em que a região ainda está a recuperar o transporte de carga, devido ao mau tempo deste inverno, e num período de maior movimento de mercadorias e passageiros como a Páscoa.

As negociações foram fechadas no final da tarde desta última sexta feira e envolveram a APRAM, o Sindicato e a Vice Presidência do Governo Regional que tutela a Administração dos Portos da Madeira, tendo o próprio Vice-Presidente, Pedro Calado, se empenhado pessoalmente no desbloqueio da situação e na paz social deste sector, no sentido de garantir a normalidade das operações portuárias de e para a Madeira. O esforço do Governo Regional, único acionista da APRAM, é também a prova do compromisso existente com a população e com o desenvolvimento económico e social da Região Autónoma da Madeira.

O Sindicato decretou uma greve a partir das 00h00 da próxima segunda feira até ao dia 30, com mais dois dias, 31 de março e um de abril, de greve às horas extraordinárias. O objetivo é paralisar as operações portuárias em todos os portos do país, incluindo a Região Autónoma dos Açores.

Nesta segunda feira, são esperados, no Porto do Funchal, três navios de cruzeiro, os habituais “AIDAprima” e “Marella Dream” a que se junta o “Magellan”. E no Caniçal vai decorrer normalmente a operação com os três navios de carga, “Insular”, “Funchalense 5” e “Monte da Guia”.

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Encerramento Cais de Câmara de Lobos - Edital

2018-02-28

A APRAM – Administração dos Portos da Região Autónoma da Madeira, S.A. no uso de competência própria, nos termos da alínea h) do n.º 2 do artigo 3.º do Decreto Legislativo Regional n.º 19/99/M, de 1 de julho, alterado pelo Decreto Legislativo Regional n.º 25/2003/M, de 23 de agosto, torna público que, por tempo indeterminado, está proibida a circulação de pessoas e veículos no Cais de Câmara de Lobos, devido a danos estruturais, provocados pelo mau tempo.

APRAM – Administração dos Portos da Região Autónoma da Madeira, S.A., aos 28 de fevereiro de 2018

A Presidente do Conselho de Administração

(Lígia Correia)

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Cais da Ponta do Sol será requalificado e reabilitado

2018-02-07

A Administração dos Portos da Madeira vai lançar concurso público este ano para a empreitada de requalificação e reabilitação do Cais da Ponta do Sol, cuja obra será comparticipada pelo FEDER, ao abrigo do Programa Operacional da RAM 14-20.

Em outubro de 2017 foi aberto concurso para a elaboração do projeto técnico que terá de ser feito por especialistas na área da reabilitação de obras antigas, de forma a evitar a descaraterização da infraestrutura existente, permitindo que venha a ser classificado como património municipal.

O projeto técnico terá de desenvolver medidas para conhecer em detalhe todas as patologias que terão de ser intervencionadas, a nível estrutural – para garantir a segurança dos utentes do cais – e a nível arquitetónico – para assegurar a configuração, textura e cor originais. O projeto deverá também apresentar as metodologias de construção e especificar os materiais que deverão ser utilizados.

O Cais da Ponta do Sol foi construído entre os anos de 1848 e 1850 e integra a área de jurisdição da APRAM.

É um ponto de referência do concelho, construído junto à casa da guarda e da antiga prisão escavada na rocha, tendo sido projetado pelo engenheiro Tibério August Blanc.

Até finais do séc. XIX foi o porto secundário mais importante da Madeira, com um movimento médio anual de cerca de 8 000 toneladas de produtos da terra e granéis alimentícios, importados do Funchal para a população local. Em 1947, movimentou 25 798 passageiros, numa altura, em que a ausência de estradas em terra, fazia com que se optasse pelas estradas marítimas que ligavam os diferentes locais da região. Mas, além de ter servido para o embarque e desembarque de pessoas e bens, o Cais da Ponta do Sol funcionou também como troço do caminho real de ligação ao Lugar de Baixo, que se abriu posteriormente na rocha.

Trata-se de uma obra de engenharia hidráulica, construída por caixas murárias assentes num derrame lávico de composição máfica do complexo vulcânico superior. A principal caraterística arquitetónica é uma ponte em arco de pedra suspensa de volta quase perfeita que interliga a parte marítima ao promontório costeiro.

A planta original do projeto do Cais da Ponta do Sol mantem-se atualizada.

A obra de requalificação e reabilitação daquele cais permitirá rentabilizar e otimizar a exploração dos recursos turísticos e culturais da região. Será disponibilizada mais uma alternativa às embarcações marítimo turísticas que ali poderão acostar, criando assim um novo programa de atividade, além de preservar o património existente, devolvendo a dignidade merecida e valorizando o conjunto cénico da Vila da Ponta do Sol.

 

 

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